
Dia 23 de abril - São Jorge
Nascido na Capadócia, Jorge trocou a Turquia pela Palestina onde ingressou no exército do imperador Diocleciano, no qual teve uma carreira de sucesso, chegando a ocupar o posto de tribuno militar.
Quando as perseguições aos cristãos recomeçaram, Jorge não quis negar sua fé e o imperador, sentindo-se traído, ordenou que o então amigo fosse submetido a pesadas torturas.
A todas Jorge sobreviveu com firmeza: enfrentou as lanças dos soldados, o peso de pedras, navalhadas, queimaduras.
A cada vitória, convertia mais e mais soldados. O imperador mandou, então, chamar um mago que lhe deu para beber duas poções venenosas. O "filho da Capadócia" resistiu a ambas e ainda alcançou a conversão do próprio mago e da esposa do imperador, que não admitiu este acontecimento e mandou degolar o soldado.
A Jorge atribui-se também, a lenda de que haveria matada um dragão que ameaçava a filha do rei de Selena e dos habitantes desta cidade que fica na Síria.
Entre nós, brasileiros, é celebrado com muita festa e é invocado nos momentos de perseguições e tentações. Como enfrento os desafios que a vivência de minha fé me trazem?
Oração a São Jorge:
Ó Deus onipotente, que nos protegeis pelos méritos e bênçãos de S. Jorge, fazei que este grande mártir, com sua couraça, sua espada e seu escudo que representam a fé, a esperança e a caridade, esclareça a nossa inteligência, ilumine os nossos caminhos, fortaleça o nosso ânimo nas lutas da vida, dê firmeza à nossa vontade contra as tramas do maligno, para que, vencendo na terra como S. Jorge venceu, possamos triunfar no céu convosco e participar das eternas alegrias. Amém.
Também conhecido na Umbanda e no Camdonblé como Ogum
ORIXÁ da guerra, das batalhas, dos metais, da agricultura, dos caminhos e da tecnologia.
Em muitas lendas aparece como irmão de Oxósse e Exú. Um símbolo de Ogum sempre visível é o màrìwò (mariô) - folhas do dendezeiro (igi öpë) desfiadas, que são colocadas sobre as portas das casas de candomblé como símbolo de sua proteção.
Depois de Exú é o Ogum que está mais próximo dos homens. Seu símbolo principal é uma espada de ferro chamada idà, seu dia é a terça-feira.
Senhor da guerra, dono do trabalho porque possui todas as ferramentas como seus símbolos. Orixá do fogo e do ferro em que são forjados os instrumentos como espada, a faca, a enxada, a ferradura, a lança, o martelo, a bigorna, a pá, etc.
É o dono do Obé (faca) por isso vem logo após o Exú porque sem as facas que lhe pertencem não seriam possíveis os sacrifícios. Ogum é o dono das estradas de ferro e dos caminhos. Protege também as portas de entrada das casas e templos. Ogum é protetor dos militares, soldados, ferreiros, trabalhadores e agricultores.
Nascido na Capadócia, Jorge trocou a Turquia pela Palestina onde ingressou no exército do imperador Diocleciano, no qual teve uma carreira de sucesso, chegando a ocupar o posto de tribuno militar.
Quando as perseguições aos cristãos recomeçaram, Jorge não quis negar sua fé e o imperador, sentindo-se traído, ordenou que o então amigo fosse submetido a pesadas torturas.
A todas Jorge sobreviveu com firmeza: enfrentou as lanças dos soldados, o peso de pedras, navalhadas, queimaduras.
A cada vitória, convertia mais e mais soldados. O imperador mandou, então, chamar um mago que lhe deu para beber duas poções venenosas. O "filho da Capadócia" resistiu a ambas e ainda alcançou a conversão do próprio mago e da esposa do imperador, que não admitiu este acontecimento e mandou degolar o soldado.
A Jorge atribui-se também, a lenda de que haveria matada um dragão que ameaçava a filha do rei de Selena e dos habitantes desta cidade que fica na Síria.
Entre nós, brasileiros, é celebrado com muita festa e é invocado nos momentos de perseguições e tentações. Como enfrento os desafios que a vivência de minha fé me trazem?
Oração a São Jorge:
Ó Deus onipotente, que nos protegeis pelos méritos e bênçãos de S. Jorge, fazei que este grande mártir, com sua couraça, sua espada e seu escudo que representam a fé, a esperança e a caridade, esclareça a nossa inteligência, ilumine os nossos caminhos, fortaleça o nosso ânimo nas lutas da vida, dê firmeza à nossa vontade contra as tramas do maligno, para que, vencendo na terra como S. Jorge venceu, possamos triunfar no céu convosco e participar das eternas alegrias. Amém.

ORIXÁ da guerra, das batalhas, dos metais, da agricultura, dos caminhos e da tecnologia.
Em muitas lendas aparece como irmão de Oxósse e Exú. Um símbolo de Ogum sempre visível é o màrìwò (mariô) - folhas do dendezeiro (igi öpë) desfiadas, que são colocadas sobre as portas das casas de candomblé como símbolo de sua proteção.
Depois de Exú é o Ogum que está mais próximo dos homens. Seu símbolo principal é uma espada de ferro chamada idà, seu dia é a terça-feira.
Senhor da guerra, dono do trabalho porque possui todas as ferramentas como seus símbolos. Orixá do fogo e do ferro em que são forjados os instrumentos como espada, a faca, a enxada, a ferradura, a lança, o martelo, a bigorna, a pá, etc.
É o dono do Obé (faca) por isso vem logo após o Exú porque sem as facas que lhe pertencem não seriam possíveis os sacrifícios. Ogum é o dono das estradas de ferro e dos caminhos. Protege também as portas de entrada das casas e templos. Ogum é protetor dos militares, soldados, ferreiros, trabalhadores e agricultores.
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